1946 - Versão Original
Deverá a mulher brasileira ter os mesmos direitos políticos dos homens?
Quem responde é a escritora Lucia Miguel Pereira, da Associação Brasileira de Educação, em artigo publicado dia 16 de agosto de 1946.
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O Brasil terá, um dia, uma nova revolução de costumes como a de 1968?
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O ano de 1968 é conhecido como o ano que não terminou devido ao Ato Institucional nº 5, decretado em dezembro daquele ano, que proibiu toda e qualquer manifestação artística ou cultural contra o regime. Em seu livro “1968: o ano que não terminou”, Zuenir Ventura conta os principais acontecimentos políticos e culturais de um dos períodos mais marcantes da história do país, como o assassinato do estudante Edson Luís, a Passeata dos 100 mil, a Batalha da Maria Antonia, o Congresso da UNE em Ibiúna, o AI-5, a revolução musical do tropicalismo, o Cinema Novo, as peças de protesto no teatro, entre outros. Hoje, 40 anos depois, Zuenir lança seu novo livro “1968: o que fizemos de nós”, uma análise da sociedade atual à luz do ano que não terminou. “Hoje, só gay faz passeata”, diz Zuenir, em entrevista ao Último Segundo, criticando a falta de atitude da geração atual. Na sua opinião, o Brasil terá, um dia, uma nova revolução de costumes como a de 1968?
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Pacote antiviolência
A Câmara aprovou um pacote antiviolência que prevê, entre outras mudanças, maior rapidez nos julgamentos por crimes de assassinato, como nos casos do menino João Helio e da menina Isabella. Pela nova regra, serão feitas apenas três perguntas aos jurados: se houve o crime, se o réu cometeu o crime e se ele é inocente ou culpado, e haverá apenas uma audiência para ouvir réus e testemunhas de acusação e defesa. O projeto também acaba com os adiamentos do julgamento por ausência do réu. Além disso, foram aprovadas pela Câmara medidas que ampliam a pena para crimes sexuais. Na sua opinião, o pacote antiviolência vai funcionar?
Após o pedido de demissão da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o presidente Lula garantiu que nada vai mudar, pois a preocupação ambiental é uma política de governo e não de ministro. O Greenpeace classificou como “desastre” o pedido de demissão de Marina. Para a organização, o fato mostra uma mudança de postura do governo em relação à questão ambiental. Durante seu mandato, Marina teve vários conflitos com outros ministérios, como a Casa Civil e a Agricultura, em casos e questões que opõem proteção ambiental a interesses econômicos. Na sua opinião, como ficarão as políticas ambientais após a saída de Marina Silva?
O embate entre índios e fazendeiros na Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, continua tenso após a libertação do fazendeiro Paulo César Quartiero, preso por impedir o trabalho da Polícia Federal na região. Segundo ele, o governo federal “desprestigia a população em favor de ONGs estrangeiras”, em referência a demarcação das terras indígenas autorizada pelo presidente Lula em 2005. Quartiero disse que somente a presença do Exército brasileiro na área poderia pacificar agricultores e índios, pois o Exército “tem credibilidade e uma reserva de nacionalismo”. Na briga pela demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, quem tem razão?
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